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ATENDIMENTOS |
1999 |
00 |
01 |
02 |
03 |
04 |
05 |
06 |
07 |
PESSOAS
ATENDIDAS |
Diagnóstico
de abuso sexual contra crianças e adolescentes* |
750
|
|||||||||
Homens
atendidos em grupos |
280
|
|||||||||
Mulheres
atendidas em grupos |
91
|
|||||||||
Famílias
atendidas |
27
|
|||||||||
Renda
familiar média das pessoas atendidas gratuitamente |
R$
1.622,00
|
|||||||||
CAPACITAÇÕES |
||||||||||
Pessoas
capacitadas |
407
|
|||||||||
Renda
familiar média dos alunos |
R$
5.994,00
|
|||||||||
Percentual
de satisfação máxima dos alunos |
72,3 |
73,3 |
*Projeto executado em convênio com a Fundação para a Infância e Adolescência
Acesse
aqui
o nosso boletim
de dezembro de 2005, com um balanço de todas
as nossas ações desse ano.
O levantamento de pesquisas realizadas sobre a temática da violência intrafamiliar e de gênero é um trabalho que pretendemos desenvolver em caráter permanente e contínuo. Contudo, a listagem não se pretende exaustiva.
Pesquisa Ibope - Instituto Patrícia Galvão – 2004
Trata-se de uma pesquisa inédita sobre violência contra
a mulher, encomendada pelo Instituto Patrícia Galvão ao
Ibope Opinião, com apoio da Fundação Ford. Realizada
em setembro de 2004, a pesquisa trabalhou com uma mostra representativa
da população adulta brasileira. Foram realizadas 2.002
entrevistas pessoais em todos os estados brasileiros, capitais e regiões
metropolitanas. Cidades menores foram selecionadas probabilisticamente,
dentro da proporcionalidade por tamanho de município. A margem
de erro máximo, para o total da amostra, é de 2,2 pontos
percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança
estimado é de 95%.(Acesse arquivo PDF 178Kb em http://www.patriciagalvao.org.br/)
Pesquisa Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos - 2005
O documento “Sexualidade e comportamento sexual no Brasil: dados
e pesquisas”, de Laura Moutinho, Sérgio Carrara e Silvia
Aguião, apresenta o mapeamento e diagnóstico de pesquisas
e bancos de dados produzidos no Brasil sobre sexualidade e comportamento
sexual, focalizando, mais especificamente, os eixos temáticos
da violência sexual e de gênero, saúde sexual e reprodutiva
e DST/Aids, apontando e analisando tendências metodológicas
e lacunas existentes nestes três campos.
O objetivo é contribuir para a produção de conhecimento
e fomentar o debate político sobre sexualidade e direitos humanos,
visando oferecer informação de qualidade para a elaboração
de novas pesquisas e novas frentes de ação política.
“Procuramos fornecer subsídios para a discussão
sobre o lugar e a importância dessas pesquisas nas arenas política
e dos direitos humanos, sociológica e epidemiológica”,
dizem os autores na introdução do documento.
O documento está dividido em três partes: na primeira é
apresentado um diagnóstico sobre os bancos de dados e pesquisas
sobre violência sexual e de gênero; a segunda parte traz
um balanço das pesquisas quantitativas sobre saúde sexual
e reprodutiva; na terceira o leitor poderá acompanhar o percurso
das pesquisas produzidas no âmbito do Programa Nacional de DST/Aids,
principal fonte de fomento sobre a temática no Brasil. A publicação
traz ainda um CD-rom no qual o material apresentado se encontra organizado
de forma a permitir buscas e cruzamentos de dados para consulta e visualização.
http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1337&sid=7
Para download do texto completo:
http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1336&sid=5
Alguns indicadores sobre violência intrafamiliar e de gênero construídos a partir dos nossos atendimentos
Pessoas
atendidas nos grupos reflexivos de gênero até 2004
Indicadores |
Homens(1) |
Mulheres(1) |
Total |
247 |
91 |
Faixa
etária hegemônica |
25
a 59 anos (91%) |
25
a 59 anos (92%) |
Naturalidade
hegemônica |
Rio
de Janeiro (62%) |
Rio
de Janeiro (62%) |
Brancos(as) |
47% |
55% |
Negros(as)
(pretos+pardos) |
46% |
44% |
Religião
hegemônica |
Católica
(47%) |
Católica
(64%) |
Sem
religião |
7% |
10% |
Consideram-se
praticantes |
62% |
47% |
Estado
conjugal hegemônico |
Legalmente
casado (40%) |
Legalmente
casada (42%) |
Paternidade/maternidade |
Com
filhos(as) (86%) |
Com
filhos(as) (90%) |
Número
médio de filhos(as) |
2 |
2 |
Com
1 ou 2 filhos menores de 18 anos |
55% |
--- |
Com
instrução até primeiro grau completo |
38% |
39% |
Com
segundo grau completo ou incompleto |
35% |
28% |
Com
superior incompleto ou mais |
28% |
29% |
Com
atividade remunerada no período do atendimento |
71% |
90% |
Posição
na ocupação hegemônica |
Empregado
com carteira assinada (27%) |
Empregada
com carteira assinada (39%) |
Setor
de atividades hegemônico |
Serviços
(79%) |
Serviços
(66%) |
Faixa
salarial hegemônica de renda pessoal bruta no mês
anterior ao primeiro atendimento |
Até
6 salários mínimos (96%) |
Até
6 salários mínimos (78%) |
Renda
média pessoal bruta no mês anterior ao primeiro
atendimento |
R$1351,70 |
R$1788,97 |
Número
médio de pessoas no domicílio de moradia |
4% |
--- |
Relação
com a pessoa com quem teve uso de violência |
Marido
(71%) |
Esposa
(70%) |
Responsável
pelo pedido de separação |
A
própria pessoa (87%) |
A
esposa (80%) |
Usa
método anticoncepcional |
69% |
73% |
Nunca
teve DST |
82% |
65% |
Já
fez aborto |
41% |
--- |
Bebe |
44% |
77% |
Usa
algum tipo de droga |
16% |
16% |
Parceiro
atual ou mais recente bebe |
62% |
--- |
Parceiro
atual ou mais recente usa algum tipo de droga |
24% |
--- |
No
último episódio de violência o autor havia
bebido ou usado algum tipo de droga |
27% |
31%
|
Membro
da família já precisou de ajuda no campo da saúde
mental |
43% |
37% |
A
própria pessoa já precisou de ajuda no campo da
saúde mental |
39% |
28% |
Tipo
de violência psicológica mais freqüente que
já sofreu |
Humilhação
(100%) |
Insulto
(79%) |
Tipo
de violência física mais freqüente que já
sofreu |
Empurrão
(78%) |
Tapa
(50%) |
Tipo
de violência sexual mais freqüente que já
sofreu |
Comparação
com outras mulheres (47%) |
Ridicularizar
o corpo ou o comportamento sexual (28%) |
O
episódio de violência foi presenciado por outras
pessoas |
84% |
70% |
Tipo
de violência psicológica mais freqüente que
já utilizou |
Insulto
(79%) |
Insulto
(74%) |
Tipo
de violência física mais freqüente que já
utilizou |
Puxão
de cabelo (89%) |
Empurrão
(67%) |
Tipo
de violência sexual mais freqüente que já
utilizou |
Comparação
com outros homens e ridicularizar o corpo ou o comportamento
sexual (17% cada) |
Comparação
com outros mulheres (17%) |
Principal
tipo de violência sofrida quando era criança ou
adolescente |
Tapa
(50%) |
Tapa
(33%) |
Sofreu
tentativa de ser forçada sexualmente quando era criança
ou adolescente |
24% |
8% |
Já
processou o companheiro por Violência |
20% |
25% |
Frase
sobre gênero que obteve maior rejeição |
“Toda
mulher gosta de apanhar” e “se o marido trair a
mulher ela tem direito de bater nele” (97% discordam) |
“Se
a mulher trair o marido ele tem o direito de bater nela”
(91% discordam) |
Frase
sobre gênero que obteve maior aceitação |
“Em
briga de marido e mulher ninguém mete a colher”(60%
concordam) |
“Em
briga de marido e mulher ninguém mete a colher”(72%
concordam) |
(1)
Indicadores construídos somente com casos válidos
Famílias atendidas até 2005
Indicadores |
Famílias(1) |
Total |
27
|
Sexo
Hegemônico |
Homens
(62%) |
Faixa
etária hegemônica |
25
a 59 anos (92%) |
Idade
média |
39,38
anos |
Naturalidade
hegemônica |
Rio
de Janeiro (46%) |
Brancos(as) |
62% |
Negros(as)
(pretos+pardos) |
23% |
Religião
hegemônica |
Católica
(83%) |
Sem
religião |
4% |
Consideram-se
praticantes |
42% |
Estado
conjugal hegemônico |
Casado/união
consensual (69%) |
Paternidade/maternidade |
Com
filhos(as) (92%) |
Número
médio de filhos(as) |
2
filhos |
(1) indicadores construídos somente com os dados válidos