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Indicadores |
Homens atendidos (1) |
Mulheres atendidas (1) |
Famílias atendidas (1) |
Alunos de cursos e oficinas (1)
|
Total de pessoas que passaram pelo Noos |
257 |
177 |
84 |
1844
|
Total de pessoas pesquisadas |
147 |
114 |
59 |
1158
|
Total de homens |
xxx |
xxx |
54% |
19%
|
Total de mulheres |
xxx |
xxx |
46% |
81%
|
Idade média |
40,66 anos |
41,32 anos |
40,43 anos |
42,90 anos
|
Naturalidade hegemônica |
Rio de Janeiro (62,5%) |
Rio de Janeiro (66,13%) |
Rio de Janeiro (60%) |
Rio de Janeiro (80%)
|
Brancos(as) |
57% |
44% |
62% |
79%
|
Negros(as) (pretos+pardos) |
40% |
46% |
28% |
19%
|
Religião hegemônica |
Católica (59%) |
Católica (45%) |
Católica (70%) |
Católica (47%)
|
Sem religião |
19% |
10% |
21% |
23%
|
Consideram-se praticantes |
42% |
73% |
53% |
77%
|
Estado conjugal hegemônico |
Casado/união consensual (66%) |
Casado/união consensual (48%) |
Casado/união consensual (59%) |
Casado/união consensual (49%)
|
Paternidade/maternidade |
Com filhos(as) (87%) |
Com filhos(as) (82%) |
Com filhos (91%) |
Com filhos (60%)
|
número médio de filhos(as) |
2,12 filhos |
2,07 filhos |
2,26 filhos |
1,86 filhos
|
Número médio de filhos menores de 18 anos |
1,5 filhos |
1,27 filhos |
1,09 filhos |
0,73 filhos
|
Com instrução até primeiro grau completo |
31% |
28% |
42% |
0,38%
|
Com segundo grau completo ou incompleto |
39% |
36% |
13% |
4,70%
|
Com superior incompleto ou mais |
27% |
35% |
45% |
94,80%
|
Com atividade remunerada no período do atendimento |
91% |
68% |
76% |
95%
|
Posição na ocupação hegemônica |
Empregado (47% cada) |
Conta própria (47,48%) |
Empregado (50%) |
Empregado (37%)
|
Setor de atividade hegemônico |
Serviços (71%) |
Serviços (78%) |
Serviços (79%) |
Serviços (77%)
|
Renda média pessoal bruta no mês anterior ao primeiro atendimento |
R$ 1.462,14 |
R$ 783,25 |
R$ 1.527,85 |
R$ 3.415,09
|
Renda média familiar bruta no mês anterior ao primeiro atendimento |
R$ 2.268,22 |
R$ 1.860,11 |
R$ 2.732,11 |
R$ 6.168,64
|
Número médio de pessoas no domicílio de moradia |
4 pessoas |
3,1 pessoas |
3,62 pessoas |
3,1 pessoas
|
Veja outros indicadores:
O levantamento de pesquisas realizadas sobre a temática da violência intrafamiliar e de gênero é um trabalho que pretendemos desenvolver em caráter permanente e contínuo. Contudo, a listagem não se pretende exaustiva.
Pesquisa Ibope - Instituto Patrícia Galvão – 2004
Trata-se de uma pesquisa inédita sobre violência contra
a mulher, encomendada pelo Instituto Patrícia Galvão ao
Ibope Opinião, com apoio da Fundação Ford. Realizada
em setembro de 2004, a pesquisa trabalhou com uma mostra representativa
da população adulta brasileira. Foram realizadas 2.002
entrevistas pessoais em todos os estados brasileiros, capitais e regiões
metropolitanas. Cidades menores foram selecionadas probabilisticamente,
dentro da proporcionalidade por tamanho de município. A margem
de erro máximo, para o total da amostra, é de 2,2 pontos
percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança
estimado é de 95%.(Acesse arquivo PDF 178Kb em http://www.patriciagalvao.org.br/)
Pesquisa Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos - 2005
O documento “Sexualidade e comportamento sexual no Brasil: dados
e pesquisas”, de Laura Moutinho, Sérgio Carrara e Silvia
Aguião, apresenta o mapeamento e diagnóstico de pesquisas
e bancos de dados produzidos no Brasil sobre sexualidade e comportamento
sexual, focalizando, mais especificamente, os eixos temáticos
da violência sexual e de gênero, saúde sexual e reprodutiva
e DST/Aids, apontando e analisando tendências metodológicas
e lacunas existentes nestes três campos.
O objetivo é contribuir para a produção de conhecimento
e fomentar o debate político sobre sexualidade e direitos humanos,
visando oferecer informação de qualidade para a elaboração
de novas pesquisas e novas frentes de ação política.
“Procuramos fornecer subsídios para a discussão
sobre o lugar e a importância dessas pesquisas nas arenas política
e dos direitos humanos, sociológica e epidemiológica”,
dizem os autores na introdução do documento.
O documento está dividido em três partes: na primeira é
apresentado um diagnóstico sobre os bancos de dados e pesquisas
sobre violência sexual e de gênero; a segunda parte traz
um balanço das pesquisas quantitativas sobre saúde sexual
e reprodutiva; na terceira o leitor poderá acompanhar o percurso
das pesquisas produzidas no âmbito do Programa Nacional de DST/Aids,
principal fonte de fomento sobre a temática no Brasil. A publicação
traz ainda um CD-rom no qual o material apresentado se encontra organizado
de forma a permitir buscas e cruzamentos de dados para consulta e visualização.
http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1337&sid=7
Para download do texto completo:
http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1336&sid=5