
ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA A FORMAÇÃO EM TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA!
"Consegui ser 'contaminada' pela terapia comunitária e saio acreditando que ela dá certo."
"Estou apaixonada pela TC e por mim!"
Depoimentos de participantes sobre a Terapia Comunitária Integrativa.
O que é?
A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) foi desenvolvida pelo Prof. Dr. Adalberto de Paula Barreto, psiquiatra, na faculdade de medicina do Ceará, e atualmente é praticada em muitos estados brasileiros e também no exterior.
A TCI tem se mostrado um excelente recurso para lidar com o sofrimento decorrente da exclusão social, pobreza e violência que atingem comunidades inteiras em nosso país. É um procedimento terapêutico de fácil acesso e viável para grupos de todos os tamanhos.
Pré-requisitos
Qualquer pessoa pode cursar a formação em TCI desde que trabalhe ou tenha interesse em trabalhar com grupos ou projetos sociais usando a metodologia da Terapia Comunitária Integrativa. Não é necessário ter cursado ensino superior.
Profissionais das áreas de saúde (médicos, psiquiatras, psicólogos, odontólogos, enfermeiros), educação (educadores, assistentes sociais, cientistas sociais), serviço social, entre outros, bem como lideranças comunitárias e agentes de saúde poderão aproveitar integralmente o conteúdo do curso em suas práticas cotidianas.
Conteúdo programático
Carga horária
A formação se estrutura em 360 horas distribuídas da seguinte forma:
O certificado de conclusão do curso será emitido apenas após o cumprimento de todas as horas.
Informações úteis
O curso teórico/vivencial deverá ser concluído em um período de 13 meses e as práticas deverão ser concluídas no máximo em 24 meses.
O curso se divide em quatro módulos. Contamos com a presença do Prof. Adalberto em dois deles.
As intervisões, no total de dez, têm início logo após o primeiro módulo.
Os módulos serão realizados em Arrozal (Piraí).
A estadia, a alimentação e o translado (ida e volta do Rio de Janeiro) estão incluídos no valor a ser pago pelo curso.
Datas
Módulos
Primeiro - 25 a 28 de outubro
Segundo - 06 a 09 de dezembro
Terceiro - 20 a 23 de março
Quarto - 22 a 25 de maio
Intervisões
Primeira - Durante o segundo módulo
Segunda - 28 de Janeiro de 2012
Terceira - 03 de Março de 2012
Quarta - 14 de Abril de 2012
Quinta - Durante o último módulo
Sexta - 16 de Junho
Sétima - 14 de Julho
Oitava - 18 de Agosto
Nona - 22 de Setembro
Décima - 27 de Outubro
Investimento
Entrada de R$ 500,00 e 10 parcelas de R$ 450,00.
(Inclui translado para Arrozal, estadia e alimentação.)
Equipe docente
Professor convidado:
Adalberto de Paula Barreto - doutor em Psiquiatria pela Universidade René Descartes, Paris; doutor em Antropologia pela Universidade de Lyon 2, França; licenciado em Teologia pela Universitas Santo Thomas de Aquino in Urbis em Roma e Faculdade Católica de Teologia de Lyon, França, terapeuta familiar; professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará; coordenador do Movimento Integrado de Saúde Mental Comunitária.
Maria Beatriz K. C. Costamilan – psicóloga, terapeuta de família, terapeuta comunitária, facilitadora de processos grupais.
Maria Claudia Alvarenga - terapeuta comunitária
Paula Freitas - psicóloga, terapeuta comunitária, terapeuta de família em formação
Rosana Rapizo – psicóloga, terapeuta de família, mestre em psicologia clínica pela PUC-RJ, autora do livro Terapia sistêmica de Família: da instrução à construção, facilitadora de processos grupais, terapeuta comunitária.
Sandra Mara Lopes - psicóloga, terapeuta individual, de casal e de família, terapeuta comunitária.
Algumas palavras de Adalberto Barreto sobre a Terapia Comunitária Integrativa:
“A Terapia Comunitária é um instrumento que nos permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as competências dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Procura suscitar a dimensão terapêutica do próprio grupo, valorizando a herança cultural dos nossos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um.
“Enquanto muitos modelos centram suas atenções na patologia, nas relações individuais, privadas, a TC se propõe cuidar da saúde comunitária em espaços públicos. Propõe-se a valorizar a prevenção. Prevenir é, sobretudo, estimular o grupo a usar sua criatividade e construir seu presente e seu futuro a partir de seus próprios recursos. Quando a boca cala, o corpo fala. Quando a boca fala, o corpo sara.”