PROGRAMAS

PROGRAMA DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR E DE GÊNERO

A transformação da cultura patriarcal e o alcance da eqüidade de direitos entre os gêneros e as gerações são objetivos envolvidos neste programa que visa contribuir para a prevenção da violência intrafamiliar. Compreende o desenvolvimento de cinco tipos de ações:

1. Atenção direta aos envolvidos nas situações de violência;
2. Sensibilizações realizadas junto à população em geral e junto a profissionais das áreas de saúde, educação, assistência social, segurança pública e justiça;
3. Capacitação de multiplicadores das práticas de atenção;
4. Pesquisa e elaboração de informação sobre a temática, e
5. Articulação com outras instituições e entidades no sentido de pensar e propor formulações de políticas públicas sobre o tema e sua implantação.

1. ATENÇÃO

Visa disponibilizar práticas sociais de atendimento direto aos envolvidos em situação de violência intrafamiliar e de gênero, com o objetivo de prevenir reincidências e mitigar suas conseqüências.

Práticas sociais disponibilizadas:


Para inscrições ou encaminhamentos para esses atendimentos, favor entrar em contato pelo 21 2197-1500.


2. SENSIBILIZAÇÕES

Nesta linha de ação encontram-se aquelas que visam a prevenção primária da violência intrafamiliar e de gênero. Neste sentido, o Noos:

oferece oficinas e palestras de sensibilização sobre o tema para profissionais das áreas de saúde, educação, ciências sociais, direito e segurança pública e para a população em geral em empresas, hospitais, universidades, escolas, igrejas, associação de moradores etc. integra o Comitê Gestor da Campanha Brasileira do Laço Branco, uma campanha internacional pelo engajamento dos homens pelo fim da violência contra as mulheres, que no Basil é a principal ação da RHEG – Rede de Homens pela Eqüidade de Gênero.

Apoio:
          


3. CAPACITAÇÕES

Visa oferecer cursos de capacitação para formar multiplicadores das práticas de atenção direta.

Cursos oferecidos relacionados ao tema:

  • A violência no âmbito das famílias;
  • Capacitação para facilitadores de grupos reflexivos de gênero;
  • Refletindo sobre o abuso sexual infanto-juvenil e suas implicações no trabalho com famílias.

4. PESQUISA

Objetivos da pesquisa em nosso trabalho de prevenção da violência intrafamiliar e de gênero:

  • Dimensionar o fato social com o qual estamos trabalhando;
  • Conhecer o público atendido;
  • Monitorar, avaliar e retroalimentar nossas ações;
  • Conhecer informações levantadas sobre o tema em populações semelhantes, populações inclusivas e populações totalmente diferentes da população com a qual estamos lidando;
  • Informar e sensibilizar a sociedade sobre a importância dos fatos sociais com os quais estamos trabalhando;
  • Fazer comparações com outras unidades geográficas e com outros trabalhos de prevenção da violência;
  • Conhecer melhor as comunidades nas quais existe a intenção de atuar.

Veja também:

Como entendemos a pesquisa | Resultado das ações do Noos | Pesquisas realizadas | Pesquisas relacionadas |

Apoio:

5. ARTICULAÇÃO

Integramos a Rede de Homens por Eqüidade de Gênero - RHEG

Integramos a Comissão Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, que tem a responsabilidade de desenvolver e aperfeiçoar políticas públicas focadas na luta contra a exploração sexual do público infanto-juvenil.

TÉCNICOS VOLUNTÁRIOS

José Guilherme Couto Oliveira
Celina Matta
Luiz Fernando Pinto Bravo
Cynthia Brasil
Marisa Costa Couto Ramos

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE REDES SOCIAIS E COMUNITÁRIAS

O Instituto Noos acredita que o fortalecimento na organização da sociedade civil e o incremento da participação cidadã são caminhos privilegiados para ampliarmos o desenvolvimento do capital humano e social.

Este programa reúne projetos que tenham como propósito promover a articulação de redes sociais entre pessoas, entidades, comunidades, organizações governamentais e organizações da sociedade civil, no sentido de potencializar os recursos disponíveis à população.

DIAGNÓSTICO COMUNITÁRIO PARTICIPATIVO DA COMUNIDADE DO MORRO AZUL

Leia sobre esta pesquisa

TERAPIA COMUNITÁRIA

A Terapia Comunitária (TC) é uma proposta nascida na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, desenvolvida pelo Prof. Dr. Adalberto de Paula Barreto, psiquiatra, que hoje está em prática em muitos estados brasileiros e também no exterior. Ela tem se mostrado um excelente recurso para lidar com o sofrimento decorrente da exclusão social, pobreza e violência que atingem comunidades inteiras em nosso país. É um procedimento terapêutico de fácil acesso e viável para grandes grupos.

Leia sobre o curso de formação em Terapia Comunitária
Informe-se sobre a Terapia Comunitária desenvolvida na Comunidade do Morro Azul

PROJETO 123Alô! A voz da criança e do adolescente.

Integra a Rede internacional de linhas de atendimentos para a criança gerenciada pela Child Helpline International.

Trata-se de um serviço de comunicação de fácil acesso, sintonizado nos Direitos das Crianças e dos Adolescentes.

O serviço telefônico que compõe este projeto tem como objetivo: ouvir, informar, aconselhar e encaminhar o público infanto-juvenil aos serviços de atendimento especializados mais próximos de sua moradia.

Estabelece um canal de diálogo que oferece segurança à criança e ao adolescentes em seu pedido de ajuda, atuando, inclusive, para protegê-los de abusos e negligências, viabilizando seu acesso a informações e a serviços que garantam seus direitos fundamentais.

Principais temas abordados mundialmente por crianças e adolescentes em serviços Childhelplines:

  • Sexualidade;
  • Saúde;
  • Problemas Familiares;
  • Problemas Psicossociais;
  • Maus-tratos;
  • Assuntos escolares;
  • Uso de substâncias tóxicas;
  • Necessidades básicas;
  • Delinqüência Juvenil;
  • Ajuda Financeira;
  • Assuntos Legais;
  • HIV / AIDS;
  • Exploração Comercial.


NÃO SÃO VOZES, SÃO VERDADES

Projeto desenvolvido em parceria com o CPRJ - Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro e a Ananã Produções, visou produzir um documentário que abordasse o tema da reforma psiquiátrica no Brasil, dando voz aos portadores de doença mental.

Concepção:
Alexandre Keusen e Evelyn Disitzer

Roteiro:
Evelyn Disitzer, Marcelo Pontes, Dinah Kleve, Paula Strozemberg

Direção:
Marcelo Pontes

Produção:
Ananã Produções

Sinopse:
Um filme documental que retrata a experiência de três usuários do CPRJ (Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro) a partir de seus depoimentos.
Suas trajetórias se entrelaçam e revelam seus sofrimentos e limitações, bem como suas conquistas e realizações. Ao mostrar três percursos da condição de excluídos à de cidadãos, em paralelo o que se desvela é a proposta de uma nova intervenção em saúde mental, que visa e possibilita a inclusão social.

Apoio:
Fundo Nacional da Saúde, Ministério da Saúde